Você sabia que o Brasil é o líder da América Latina em iniciativas de economia colaborativa? É o que diz a pesquisa lançada em 2016 pela IE Business School em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Ministério da Economia e Competitividade.

Ela chegou como uma aliada à resolução de questões como a escassez de recursos por conta do crescente aumento do consumo no mundo, diminuição de gastos na aquisição ou uso de algo para duas pessoas ou mais, além de contribuir para que mais pessoas tenham a oportunidade de acesso a determinados bens e serviços.

Leia no texto a seguir outras questões relacionadas à economia colaborativa e um dos modelos que tem se destacado no mercado; o monitoramento colaborativo, também chamado de “vizinhança colaborativa”.

O que é colaborativo
Em seu conceito mais objetivo, colaborativo significa agregar algo a alguma coisa ou trabalhar em parceria a outras pessoas para um bem comum, construir e compartilhar em conjunto.  

Desde os tempos primórdios as pessoas já se organizavam em grupo para resolver problemas e situações. Porém, nesse tempo o conceito ainda não tinha essa definição. O ser humano não possuía a consciência da coletividade, apesar de agir dessa forma em diversos momentos.

Porque colaborar é importante
Século XXI. Tempo marcado pela globalização, crescimento populacional, pela rotina diária e individualismo latente. Esse distanciamento muitas vezes acontece de forma inconsciente e gradativa, de uma forma tão sutil que não se percebe no primeiro momento. Todo mundo está tão imerso em sua própria rotina que não se dá ao trabalho de perceber um vizinho, por exemplo.

A cultura colaborativa parte do princípio de que somos um, mas juntos fazemos melhor. É o caminho para a evolução humana, ela é capaz de melhorar a comunicação entre indivíduos e a compreensão que se tem uns dos outros enquanto seres humanos.

Tendência Compartilhada
Entendendo a importância da colaboratividade e do que ela representa para a sociedade, variados segmentos buscaram entender melhor esse universo para aplicar em seus negócios. Isso acontece também porque a própria população está compreendendo isso, seja por redução de gastos, por concordar com o movimento ou com a capacidade de aumento da sustentabilidade do mundo a partir dessa visão.

E assim surge a Economia Colaborativa, que consiste na prática de dividir serviços ou produtos de forma facilitada, geralmente através de aplicativos que proporcionam uma maior interação entre os envolvidos.

A economia colaborativa se desenvolveu rapidamente com o uso da tecnologia para conectar indivíduos, corporações e governos permitindo uma melhoria social através do compartilhamento de informações, além de otimizar os diversos processos e serviços dentro e fora das organizações.

Nos últimos anos o Brasil se tornou o líder latino-americano em iniciativas de compartilhamentos e a estimativa é que a médio e longo prazo, a economia compartilhada contribua com mais de 30% do Produto Interno Bruto do setor de serviços no Brasil.

Formas de colaborar coletivamente
As modernizações tecnológicas somaram à colaboratividade, o que resultou na expansão das oportunidades. Como é o caso de um modelo específico que está em destaque no mercado de segurança eletrônica por seus preços acessíveis, escalabilidade e capacidade de resolução a possíveis problemas. Se trata do monitoramento colaborativo em que residências ou empresas de uma mesma rua ou bairro utilizam o mesmo sistema de vigilância utilizando apenas câmeras em que todos possuem acesso e conseguem comunicar-se entre si.

Como funciona: A cada quatro casas é instalada uma única câmera, de forma que todas elas fiquem dentro da área de cobertura. Os vizinhos, com acessos individuais, conseguem verificar as imagens, acessar a linha do tempo, fazer downloads e compartilhar através de link. A ideia é que dessa forma mais pessoas possam monitorar suas casas e estabelecimentos pagando pouco e interagindo com a vizinhança, criando assim uma união na comunidade além de uma malha de monitoramento inteligente capaz de indicar o paradeiro de um meliante.

É a economia colaborativa, em que todo mundo se preocupa com o bem estar de cada um, transformando a região em um local mais seguro e reduzindo o número de ocorrências.

O Brasil passa por um momento de crise política e econômica que assola uma grande fatia do mercado e da população. Nesse contexto a procura por mudanças nos modelos econômicos de desenvolvimento, a busca por alternativas de renda e novas experiência é fundamental para que o progresso continue.

No cenário colaborativo é importante uma maior participação popular para que seja possível desenvolver serviços e produtos que atendam às necessidades de seus clientes finais com maior assertividade. O que resulta em um maior engajamento do consumidor, gerando vínculos entre os usuários e entre os usuários e a marca.
O colaborativo tem o poder de espalhar uma cultura de consciência ao outro e por isso novas plataformas como a Camerite possuem uma visão promissora de um futuro próximo.

 

Escrito por Camerite

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