Se adaptar às modernas tecnologias é uma das principais questões quando se trata de segurança eletrônica. Por isso, muitos condomínios já têm adotado a novos formatos de monitoramento, como a Portaria Remota.  Mas para que a solução funcione corretamente, é importante entender a tecnologia e se atentar à alguns pontos na implantação do sistema.

O que é a Portaria Remota para condomínios?
Seu conceito principal é que, à distância, agentes de segurança tenham acesso eletronicamente às áreas de entrada e saída do prédio, monitoramento o local 24 horas por dia através das câmeras de segurança. Dessa forma, não é necessário manter uma portaria presencial, ou seja, um porteiro no local. Esta é uma saída para àqueles que desejam aumentar o nível de segurança e ao mesmo tempo reduzir custos. Vale também ressaltar que à distância o agente de segurança se mantém protegido e supervisionado, enquanto efetua seu trabalho, ao contrário do que se estivesse na portaria do prédio, exposto à ações criminosas e sem supervisão da sua função.

Qualquer condomínio pode ter Portaria Remota?
Não. Por isso, antes de iniciar o projeto deve ser analisado a dimensão do condomínio. O modelo é ideal para condomínios de pequeno e médio porte pois, nesses casos o controle de acesso ao local é efetivo através da Portaria Remota, já nos casos de grandes condomínios, se torna mais complexo realizar o monitoramento de forma remota, além de aumentar os custos da instalação.

Como estruturar um projeto de Portaria Remota?
O primeiro passo é: Verificar o fornecedor de internet do local, qual sua capacidade de upload e download e se os planos de internet contratados irão suprir essa demanda.

Outra questão importante, é a redundância da internet do cliente, ou seja, se ele tiver duas bandas de internet, é possível garantir a continuidade da operação caso a linha principal caia ou  seja suspensa para manutenção.

É importante que haja um nobreak (dispositivo alimentado a bateria, capaz de fornecer energia elétrica a um sistema por um certo tempo, em situações de emergência, no caso de interrupção do fornecimento de energia da rede pública, por exemplo) ou tenha um gerador de energia, garantindo a operação nas quedas de energia.

Analisando a estrutura do condomínio: Cada condomínio possui questões particulares que devem ser levadas em consideração na elaboração do projeto. Para isso, é importante que você entreviste os responsáveis pela gestão do local, e então definir suas expectativas.

Perguntas que você não pode esquecer de fazer:
– Como será o acesso de veículos
– Os moradores entrarão utilizando qual tipo de dispositivo?
– Todos terão acesso a todas as portas?
– Os funcionários da unidade poderão ter dispositivos de acesso?
– Crianças menores de idade terão dispositivos?

Sistema de gerenciamento CFTV na nuvem: O ideal é que o circuito fechado de televisão, tenha a capacidade de resolução para imagens em HD. Dessa forma, há uma melhor identificação e percepção da gravação através da tela.

Existem algumas maneiras de fazer o controle e manutenção das imagens:

–  Via DVR/ NVR local híbridos: É instalado um gravador local  para o qual as imagens serão armazenadas, seja de câmeras analógicas ou IP. Para garantir a segurança das informações, é importante o DVR/NVR possuir conexão com internet, possibilitando o armazenamento das imagens na nuvem.

– Gravação na nuvem: Ou você pode armazenar as gravações das câmeras diretamente na nuvem, através de uma plataforma de videomonitoramento on-line.

–  Escolhendo a plataforma de videomonitoramento: Para aumentar suas chances de sucesso no projeto, é indispensável adquirir o melhor software para o gerenciamento das gravações. Isto porque, através desta plataforma será possível explorar ao máximo a capacidade e potencial das suas câmeras, entregando informações mais assertivas e com uma melhor qualidade. Confira abaixo fatores essenciais na hora de escolher a sua plataforma de videomonitoramento:

–  Armazenamento: Para oferecer aos clientes praticidade e comodidade na verificação das imagens de segurança, invista em uma plataforma com o armazenamento das gravações na nuvem, ou seja, on-line.

–  Funcionalidades: Busque uma plataforma que entregue mais do que apenas o acesso às gravações. Invista naquela que vá além do simples videomonitoramento, àquela que proporcione benefícios para sua empresa, como economia e mais eficiência.

– Acesso: Nada pior do que ter limitações! Optar por uma solução que permita à sua empresa entregar ao cliente final a opção de oferecer a todos os moradores acessos via smartphone, é um diferencial. Afinal, neste caso, quanto mais, melhor!

–  Tecnologia: Este é um fator essencial na escolha da plataforma de videomonitoramento. O nível de tecnologia e inovação proporcionada pela plataforma são capazes de garantir resultados positivos em relação à satisfação, não só das as empresas mas também dos clientes finais, que usufruem do que há de melhor no mercado. Hoje, já existem soluções com inteligência artificial por exemplo, como reconhecimento facial, detecção de movimento, leitura de placas, entre outros.

Estas são as questões mais comuns que devem ser levadas em conta na hora de estruturar um projeto de portaria remota. Mas lembre-se! Cada projeto possui características específicas, por isso,  é importante estudar cada projeto isoladamente e com atenção.

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Escrito por Camerite

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1 comentário

  1. Muito bom esse artigo sobre a estruturação dessa nova tendência do mercado de monitoramento.
    Gostaria de informações de um curso completo sobre como estruturar Portaria Remota na Empresa que trabalhamos ,que é GRUPO GUARDIÃO VIGILÂNCIA situado na cidade de Barra Mansa RJ .24 97048093 Rogério Portugal

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